A very pertinent tale…

Prof. Júlio Machado Vaz is a professor of Psychiatry in Oporto. He knows what he says!

A very pertinent tale, for the present moment!

The Plague was on its way to Baghdad when it met Nasrudin. The latter asked him:

– Where are you going?

The Plague replied:

– Baghdad, kill ten thousand people.

After a while, the Plague met Nasrudin again. Very angry, the mullah said to him:

– You lied to me. You said you would kill ten thousand people and you killed a hundred thousand.

And Plague replied:

– I didn’t lie, I killed ten thousand. The rest were terrified.

Fear is a vibration of less love, just as the shadow is less light. Fear puts us in a vibrational state that makes us very fragile, making us very susceptible to various evils, including diseases.

In this moment of global pandemic, we need to be very aware of the contents with which we feed our minds.

Try to keep yourself in a vibration of optimism, hope, solidarity and faith, feeding your spirit with positive thoughts and messages.

On the other hand, stay away from gossip, from alarmism, from the compulsion to seek a lot of information that only adds fuel to the fire of fear.

The moment asks for silence, asks for introspection. And that is why the moment has never been so favorable for the cure of everything that prevents us from manifesting our true essence: unconditional love “.

Prof. Júlio Machado Vaz

Brasil – SENTENÇA EXEMPLAR !

Neste nosso Portugal atual (sem moral, sem dignidade, sem carácter, sem lei, etc.) isto é impensável!

ACONTECEU NO BRASIL

ALUNO QUE PROCESSOU PROFESSOR POR LHE TER APREENDIDO O TELEMÓVEL NA SALA DE AULA PERDE CAUSA NA JUSTIÇA!!!

O juiz Eliezer Siqueira de Sousa Junior, da 1ª Vara Cível e Criminal deTobias Barreto, no interior do Sergipe, Brasil, julgou improcedente um pedido de indenização que um aluno pleiteava contra o professor que lhe tirou o telemóvel na sala de aula.
De acordo com os autos, o educador tomou o telemóvel do aluno, pois este estava a ouvir música com os fones de ouvido durante a aula.
O estudante foi representado por sua mãe, que pleitou reparação por danos morais diante do “sentimento de impotência, revolta, além de um enorme desgaste físico e emocional”.
Na negativa, o juiz afirmou que “o professor é o indivíduo vocacionado para tirar outro indivíduo das trevas da ignorância, da escuridão, para as luzes do conhecimento, dignificando-o como pessoa que pensa e existe”. O magistrado solidarizou-se com o professor e disse que "ensinar era um sacerdócio e uma recompensa. Hoje, parece um carma”.

O juiz Eliezer Siqueira ainda considerou que o aluno violou uma norma do Conselho Municipal de Educação, que impede a utilização de telemóveis durante o horário escolar, além de desobedecer, reiteradamente, às instruções do professor.
Ainda considerou não ter havido abalo moral, já que o estudante não utiliza o telemóvel para trabalhar, estudar ou qualquer outra atividade edificante.
E declarou: “Julgar procedente esta demanda, é desferir uma bofetada na reserva moral e educacional deste país, privilegiando a alienação e a contra educação, as novelas, os realitys shows, a ostentação, o ‘bullying intelectual’, o ócio improdutivo, enfim, toda a massa intelectualmente improdutiva que vem assolando os lares do país, fazendo às vezes de educadores, ensinando falsos valores e implodindo a educação brasileira”.
Por fim, o juiz ainda faz uma homenagem ao professor. "No país que virou as costas para a Educação e que faz apologia ao hedonismo inconsequente, através de tantos expedientes alienantes, reverencio o verdadeiro HERÓI NACIONAL, que enfrenta todas as intempéries para exercer seu ‘múnus’ com altivez de caráter e senso sacerdotal: o Professor.”

ISTO DEVERIA SER LIDO POR TODOS OS POLÍTICOS, MAGISTRADOS, PROFESSORES E PAIS DE PORTUGAL.
Dá gosto ler.

Há professores e educadores

Duas histórias:

1ª.

Num liceu no Porto estava a acontecer uma coisa muito fora do comum.

Um ‘bando’ de miúdas de 12 anos andava a pôr batom nos lábios, todos os dias, e para remover o excesso beijavam o espelho da casa de banho.

O Cons.Exec. andava bastante preocupado, porque a funcionária da limpeza tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao fim do dia e no dia seguinte lá estavam outra vez as marcas de batom.

Um dia, um professor juntou as miúdas e a funcionária na casa de banho e explicou que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam e, para demonstrar a dificuldade, pediu à empregada para mostrar como é que ela fazia para limpar o espelho.

A empregada pegou numa ‘esfregona’, molhou-a na sanita e passou-a repetidamente no espelho até as marcas desaparecerem.

Nunca mais houve marcas no espelho…

Há professores e educadores…

2ª.

Numa dada noite, três estudantes universitários beberam até altas horas e não estudaram para o teste do dia seguinte.

Na manhã seguinte, desenharam um plano para se safarem. Sujaram-se da pior maneira possível, com cinza, areia e lixo. Então, foram ter com o professor da cadeira e disseram que tinham ido a um casamento na noite anterior e no seu regresso um pneu do carro que conduziam rebentou.

Tiveram que empurrar o carro todo o caminho e portanto não estavam em condições de fazer aquele teste.

O professor, que era uma pessoa justa, disse-lhes que fariam um teste-substituição dentro de três dias, e que para esse não havia desculpas. Eles afirmaram que isso não seria problema e que estariam preparados.

No terceiro dia, apresentaram-se para o teste e o professor disse-lhes com ar compenetrado que, como aquele era um teste sob condições especiais, os três teriam que o fazer em salas diferentes.

Os três, dado que tinham estudado bem e estavam preparados, concordaram de imediato.

O teste tinha 6 perguntas e a cotação de 20 valores.

Q .1. Escreva o seu nome —– ( 0.5 valores)

Q.2. Escreva o nome da noiva e do noivo do casamento a que foste há quatro dias atràs —(5 valores )

Q.3. Que tipo de carro conduziam cujo pneu rebentou.–( 5 valores)

Q.4 . Qual das 4 rodas rebentou ——- ( 5 valores )

Q.5. Qual era a marca da roda que rebentou —- (2 valores)

Q.6. Quem ia a conduzir? —— (2.5 valores)

Há professores e educadores…