The crisis according to Einstein

“We cannot want things to change, if we always do the same. The crisis is the greatest blessing that can happen to people and countries, because the crisis brings progress. Creativity is born from anguish just as the day is born from the dark night. It is in the crisis that inventions, discoveries and great strategies are born. Those who overcome the crisis overcome themselves without having been overcome.

Whoever attributes his failures and shortages to the crisis, violates his own talent and respects the problems more than the solutions. The real crisis is the crisis of incompetence. The drawback of people and countries is the difficulty in finding outputs and solutions. Without crises there are no challenges, without challenges life is a routine, a slow agony.

Without crises there are no merits. It is in the crisis that the best of each one emerges, because without a crisis, all the wind is a caress. To speak of the crisis is to promote it, and to remain silent in the crisis is to exalt conformism. Instead, let’s work hard. Let us end the once threatening crisis, which is the tragedy of not wanting to fight to overcome it.”

A. Einstein

Qual crise …

Só a língua portuguesa continua Rica…

A crise…

Os padeiros não têm massa
Os padres já não comem como abades
Os relojoeiros andam com a barriga a dar horas
Os talhantes estão feitos ao bife
Os criadores de galinhas estão depenados
Os pescadores andam a ver navios
Os vendedores de carapau estão tesos
Os vendedores de caranguejo vêem a vida a andar para trás.
Os desinfestadores estão piores que uma barata
Os fabricantes de cerveja perderam o seu ar imperial
Os cabeleireiros arrancam os cabelos
Os futebolistas baixam a bolinha
Os jardineiros engolem sapos
Os cardiologistas estão num aperto
Os coveiros vivem pela hora da morte
Os sapateiros estão com a pedra no sapato
As sapatarias não conseguem descalçar a bota
Os sinaleiros estão de mãos a abanar
Os golfistas não batem bem da bola
Os fabricantes de fios estão de mãos atadas
Os coxos já não vivem com uma perna às costas
Os cavaleiros perdem as estribeiras
Os pedreiros trepam pelas paredes
Os alfaiates viram as casacas
Os almocreves prendem o burro
Os pianistas batem na mesma tecla
Os pastores procuram o bode expiatório
Os pintores carregam nas tintas
Os agricultores confundem alhos com bugalhos
Os lenhadores não dão galho
Os domadores andam maus como as cobras
As costureiras não acertam as agulhas
Os barbeiros têm as barbas de molho
Os aviadores caem das nuvens
Os bebés choram sobre o leite derramado
Os olivicultores andam com os azeites
Os oftalmologistas fazem vista grossa
Os veterinários protestam até que a vaca tussa
Os alveitares pensam na morte da bezerra
As cozinheiras não têm papas na língua
Os trefiladores vão aos arames
Os sobrinhos andam “Ó tio, ó tio”
Os elefantes andam de trombas

SÓ OS POETAS CONTINUAM COMO SEMPRE… TESOS MAS MARAVILHOSOS!